Risco hidrológico necessita solução para o futuro

Walfrido Avila acredita que é relevante resolver o passado na questão do GSF, mas a ameaça futura continua existindo

O “imbróglio” setorial decorrente do gigantesco endividamento de geradores em razão do risco hidrológico, também conhecido como GSF (Generation Scaling Factor), esteve na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) no Senado Federal, na manhã deste dia 10 de março, com a apresentação do relatório do projeto de lei 3.975/2019, que propõe novas condições para a repactuação do risco hidrológico. 

O texto do relator senador Eduardo Braga (MDB-AM) obteve aprovação e agora seguirá para análise do Plenário da Casa.

As geradoras acumulam uma insolvência que passa dos R$ 8 bilhões junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O início de tudo aconteceu com a estiagem ocorrida em 2015. Na ocasião, por meio de liminares nos tribunais, as geradoras hidrelétricas conseguiram impedir a cobrança de custos adicionais devido à redução na capacidade de produzir energia hidrelétrica em decorrência do menor armazenamento de água nos reservatórios, o chamado risco hidrológico.

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