GSF perde força e cai no esquecimento no setor elétrico

Há cinco anos a insolvência com o risco hidrológico se arrasta no setor elétrico.

Mais um ano recomeça e o risco hidrológico (GSF) permanece intocável. Dessa vez, não está entre as prioridades do governo. Não se trata apenas de uma dívida que se arrasta há cinco anos no setor elétrico, mas um atraso em todas as questões. “Continuo acreditando que não tem sentido pensar em modernização do setor elétrico, deixando para trás, no limbo do esquecimento, a questão do GSF”, comenta Walfrido Avila, presidente da Tradener.

Mais de R$ 7 bilhões é a soma da dívida das geradoras e o setor continua travado. Na tentativa de solucionar o problema, em 2019 o Projeto de Lei 3975/2019 trouxe à luz nova proposta para a repactuação do GSF.

Embora alcançou aprovação no Senado, encontrou na Câmara dos Deputados uma razão para não ser deliberado. Agora, o GSF figura entre os projetos sem o privilégio da solução.

Um dos projetos prioritários é a portabilidade da conta de luz (PL 1917/2015), que dá ao consumidor a liberdade de escolher o seu supridor de energia elétrica. Esse projeto também é defendido pela Tradener. Contudo, como a modernização do setor elétrico é esperada há anos no mercado de energia, a maioria dos projetos tem alta prioridade.

Fonte: Portal Cenário Energia

5 de fevereiro de 2020

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