Privatização da Eletrobras

A Eletrobras detém 40% do setor elétrico brasileiro e a desestatização da empresa pauta a esperança dos especialistas do setor para que haja mais concorrência no mercado e transparência.

A Eletrobras detém 40% do setor elétrico brasileiro e a desestatização da empresa pauta a esperança dos especialistas do setor para que haja mais concorrência no mercado e transparência. 

O processo de privatização das Distribuidoras da Eletrobras começou na década de 90 e apenas em 2016 foi retomado para que seis distribuidoras sejam desestatizadas. 

A empresa é líder em transmissão de energia no Brasil e em 2018 atingiu 71 mil km de linhas de transmissão, com tensão maior ou igual a 230 kV, que comparativamente é uma volta e meia ao redor da Terra ou equivalente a três muralhas da China. Também é a maior no Brasil em geração de energia elétrica. A produção da Eletrobras atingiu 182,1 milhões de MWh em 2017, um volume que atende mais de 1/3 do consumo anual de eletricidade do Brasil.

No mês de agosto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que 17 empresas públicas seriam inseridas na lista de privatizações até o fim deste ano, nessa lista pode estar a Eletrobras. O prognóstico de que aconteça até o final de 2019 se confirma após declaração do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em setembro, quando disse que ainda nesse mês pretende enviar Projeto de Lei, ao Congresso, autorizando a privatização da Eletrobras.

Para a Tradener, a privatização é conveniente para a abertura e crescimento do Mercado de Energia.
 

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