Risco hidrológico é visto como principal problema para geradores e consumidores

Presidente da Tradener, Walfrido Avila, acredita que a questão do GSF deve ser tratada com prioridade pelo Ministério de Minas e Energia

O risco hidrológico, também conhecido como GSF, voltou à pauta do governo. No fim de janeiro, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou que em um mês a questão do risco hidrológico seria solucionada. Porém, o final do prazo sugerido pelo ministro chegou ao fim e os impasses sobre o GSF continuam, o que preocupa especialistas do setor elétrico.

Walfrido Avila, presidente da Tradener, empresa pioneira na comercialização de energia no mercado livre, acredita que o risco hidrológico é um grave problema enfrentado pelo setor elétrico e que precisa ser solucionado com urgência. “Apesar do profundo empenho de muita gente, não se conseguiu avançar em relação ao GSF. É preciso reconhecer que essa é uma questão urgente e temos que continuar empenhados na busca de uma solução, pois não tem cabimento pensar em um novo setor elétrico com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) paralisada por causa dos débitos de GSF”, acredita Walfrido.
 
O impasse sobre o risco hidrológico começou em 2015, quando geradoras elétricas conseguiram liminares nos tribunais para evitar custos com o risco hídrico. A proposta do projeto de lei 10.985/18, em discussão no Congresso Nacional, é compensar parcialmente esses custos por meio da prorrogação dos contratos de concessão de hidrelétricas das empresas, contanto que elas retirem suas ações judiciais que estão travando o mercado.

Hoje, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) contabiliza uma inadimplência de R$ 7 bilhões por conta das liminares do GSF, mas, como as geradoras possuem um crédito de R$ 2,9 bilhões no mercado, restam, no total, R$ 4,1 bilhões a pagar. 

Sobre a Tradener: é uma das maiores comercializadoras independentes de energia elétrica e gás natural do país, com foco nos consumidores livres de energia elétrica e produtores independentes. Pioneira no segmento desde 1998, foi a primeira empresa do Brasil autorizada pela Aneel a comercializar energia com consumidores livres e geradores no ambiente de contratação livre. Com investimentos em geração renovável, a companhia está no ranking das maiores e melhores empresas do Brasil. É reconhecida pela Valor 1000, Exame, e Estadão. Site: http://www.tradener.com.br.

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Frank Rogério                                            
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