Adesão total dos geradores de energia na MP 688 permite desentrave do setor

Adesão total dos geradores de energia na MP 688 permite desentrave do setor

O mercado de energia no Brasil está em crise desde 2012. De acordo com a Trade Energy, neste ano o setor começou a sofrer os impactos de liminares e Medidas Provisórias anunciadas pelo governo como o caso da MP 579. ?Naquele momento, foi dado um sinal errado ao consumidor cativo com a redução da conta de luz de 20%, pois já estávamos sofrendo com despacho de térmicas fora da ordem de mérito econômico. A falta de isonomia entre os ambientes cativo e livre também é um dos fatores prejudiciais?, afirma Walfrido Avila, presidente da Trade Energy.
Segundo a comercializadora livre de energia, caso aconteça a adesão de todos os geradores pela Medida Provisória 688, aprovada dia 24 de novembro no Plenário do Senado, o setor pode apresentar melhoras com a retomada no processo de liquidação financeira na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). ?Esta medida tem como proposta a transferência do risco hidrológico na geração de hidrelétricas para o consumidor final, além disso, prorroga os contratos das usinas para compensar os prejuízos deste ano. Ou seja, as geradoras podem escolher se vão assumir o risco pela energia contratada a partir de 2016?, declara Avila.
Mas, o presidente da Trade Energy alerta que esta medida não vai solucionar em 100% a crise energética. ?É bem mais profunda. O país tem uma das tarifas energéticas mais caras para os consumidores em comparação com outros países, refletindo assim, na perda de competitividade internacional?, alega Walfrido.
Mercado livre em 2016
            Para o próximo ano, a Trade Energy acredita que o país não apresente aumentos tarifários significativos como aconteceu em 2015. ?Para o setor apresentar melhoras o mercado livre deve ser liberado para todos os segmentos de consumo até as residências, ou seja, a aprovação do PL 1917/2015 ?Portabilidade da Conta de Luz?, já que desde 2003 o Ministério de Minas e Energia não implementou. Esta medida impacta ao mercado de energia competitividade e liquidez, baixando significativamente os  preços da commodity energia, como podemos observar nos últimos 10 anos uma economia de aproximadamente R$ 27 bilhões dos consumidores livres com seus gastos de energia, equivalendo a um desconto de 17% frente ao consumo cativo?, finaliza Walfrido Avila.
 
Sobre a Trade Energy: é uma comercializadora independente com foco nos consumidores livres de energia elétrica e produtores independentes de energia. Tem grande experiência no setor, onde existe a possibilidade de gestão sobre este insumo, resultando custos menores e previsibilidade de preços futuros, o que garante economia e segurança com a contratação de energia elétrica. Fundada em 1998, a empresa foi uma das primeiras comercializadoras autorizadas pela ANEEL para atuar no mercado livre de energia e a ingressar na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Acesse o site: www.tradeenergy.com.br .
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